O Concreto Protendido venceu sem grandes dificuldades, por 3 a
1, o Ratatá, no campo 3 do Batista, no último domingo.
Resultado vantajoso para a equipe de Engenharia Civil, que, sem
conseguir algo melhor do que o empate na disputa com Caloukos,
na primeira rodada, soma quatro pontos.
Com pouca habilidade, os camisas brancas de Administração
se atiraram ao gol já no primeiro minuto, mas foram talentosamente
impedidos pelo goleiro André, que realizou brilhante
defesa a seu canto esquerdo da área, repetindo a atuação
cinco minutos depois. O destaque maior, entretanto, foi para
Paulão, autor da primeira grande jogada do time. Aos
oito minutos da primeira etapa fez bonito ao marcar direto do
canto direito do campo: um golaço. Para não deixar
barato, o camisa 10, Marcos Balassiano, tentou melhorar a situação
do Ratatá, mas foi facilmente bloqueado por André.
Aos onze, Ruy Bala resolveu mostrar a que veio. Ruy marcou de
cabeça e ratificou a vitória do Concreto, que
por pouco não assustou ainda mais o adversário
com novo gol de Serginho, um minuto depois. Surpresa: golaço
de Felipe Gonçalves, aos 14, diminuindo a vantagem da
equipe de Engenharia Civil. Claramente empolgado com o feito,
Felipe realizou mais uma tentativa, dois minutos depois, mas
foi novamente paralisado pela defesa do goleiro oponente.
O segundo tempo começou quase tão morno quanto
o primeiro, a se excluir a melhoria na defesa dos futuros administradores.
No primeiro minuto, Gabriel impediu mais um ponto no placar
dos “concretos”, o que repetiu, aos oito minutos,
no lance de escanteio batido por Serginho. A partida chegou
a conspirar a favor dos, até então, derrotados.
Até o juiz resolveu cooperar, não considerando
o “quique” de bola na marcação de
falta dos adversários. A ilusão, entretanto, não
demorou muito a acabar. Foi com o gol de Serginho, do Concreto,
que o placar se fechou, aos nove minutos. Em cobrança
de falta precisa de longe, o camisa 6 marcou o terceiro do time
do CT. O desespero foi nítido na tentativa frustada de
recebimento de Felipe Galvão, do Ratatá, no fim
da partida. Outros companheiros de equipe, por outro lado, não
desistiram e lutaram até o apito final. Rodrigo Xisto,
por exemplo, manteve a calma e foi até o fim, impedindo
um quarto gol, aos dezoito minutos.
O confronto terminou bem para o Concreto, que melhorou sua
situação no grupo Leonardo Moura. Mas a realidade
ainda não é confortável. No próximo
fim de semana, o time de Engenharia Civil enfrentará
o líder Padaria. Se não levar a melhor, terá
de torcer pela vitória do Ratatá. Como a equipe
de Administração não ameaçou nas
partidas desta edição e já está
fora da briga por uma vaga na segunda fase, o Concreto precisa
rezar para que seu saldo de gols continue maior que o do Caloukos.
Para o Ratatá, o que resta é fazer o jogo de honra
da 8ª Copa Campus e esperar a próxima edição.