Futebol, samba e sol. Muito sol. Foi com essa mistura que o
Concreto Protendido, time de Engenharia Civil, e o Nacional,
de Direito, se enfrentaram. Empolgando seu time, a torcida do
Nacional agitou a arquibancada, orquestrando a partida inteira
com pandeiros, cavaquinhos e afins. O Nacional garantiu uma
merecida vitória. Placar: 2 a 1.
O jogo desenhou seu destino a partir do primeiro minuto. Daniel
Nogueira através de um lindo passe, driblou o goleiro
André Luiz, abrindo o marcador para o Nacional. Assustado,
o time do Concreto iniciou uma relativa pressão, através
de uma seqüência de chutes perigosos. Prevendo uma
possível reação, a equipe de Direito voltou
a marcar. Guilherme Augusto ampliou o placar, para o delírio
da torcida que reforçou seu samba. O Concreto, definitivamente,
não repetiu a boa atuação da última
rodada, mostrando-se apático e completamente desnorteado
em campo. E foi com esse desânimo do time de Engenharia
que o primeiro tempo se esgotou.
Visivelmente cansados, uma vez que fazia um dia de verão
no Rio de Janeiro, o Concreto Protendido não melhorou
sua atuação e os futuros advogados deixaram seu
rendimento cair. Como quem não faz leva, aos vinte minutos
do segundo tempo, Ruy Garcia diminuiu para os estudantes de
Engenharia, com um gol oriundo de um lance confuso e atrapalhado.
Com o placar em 2 a 1, o juiz decretou o fim da partida. Já
o samba... Ouviu-se o som dos batuques até depois das
17 horas, quando a rodada já tinha acabado.
O próximo jogo do Nacional promete ser um desafio. O
time de Direito vai enfrentar o Parças, que, apesar de
vir de uma derrota por goleada, é uma equipe cujos talentos
individuais podem fazer a diferença. A derrota complica
a vida do Concreto. Os futuros engenheiros precisarão
mostrar muito mais futebol se quiserem vencer seu próximo
adversário, o Giga Ohms, primeiro colocado no grupo Zico.
Sem dúvida, fortes emoções estão
por vir.