Debaixo de um lindo dia de sol, iniciou-se a partida do time
de Engenharia Civil, Concreto Protendido, contra o Padaria,
de Educação Física. Os primeiros minutos
de jogo já denunciavam o futuro da partida. Um confronto
sem emoção, sem garra e totalmente dominado pelo
time do Concreto, que ganhou a disputa de lavada num placar
de 4 a 0.
O primeiro tempo foi marcado por uma lentidão absurda
da partida. Poucos passes de efeito, quase nenhum chute a gol
e, principalmente, poucas finalizações racionais.
Demonstrando superioridade técnica, Vinícius Espírito
Santo abriu o placar para os engenheiros pouco depois do início
da partida. A defesa do time de Educação Física
não demonstrava o menor preparo físico, evidentemente
perdida no jogo. Diante de tanta apatia, Wellington Amador aumentou
o placar para o Concreto Protendido em um furo impressionante
da defesa adversária. Demonstrando ausência de
Fair play, o goleiro do Concreto, André Luiz, marcou
uma falta desnecessária, xingando em seguida o jogador
do Padaria. Resultado: recebeu um merecido cartão amarelo.
O segundo tempo confirmou ser uma mera continuação
do primeiro: apatia total do Padaria e hegemonia do Concreto.
O único destaque do time dos estudantes de Educação
Física foi para o camisa 14, Olavo Barbosa, que realizou
belíssimas defesas, salvando o Padaria repetidas vezes.
Porém, as artimanhas deste último não foram
suficientes para salvar seu time do terceiro gol marcado por
Ruy Bala. Sem saída, os jogadores e a torcida do Padaria
começaram a xingar o juiz, revoltados com a arbitragem.
Após lance extremamente controverso e polêmico,
o juiz marcou pênalti contra os engenheiros e Ruy garantiu
seu segundo gol na partida.
Apesar do fiasco nessa partida, o Padaria segue na competição,
tendo chances de nova vida na segunda fase. O Concreto Protendido
se apresenta como líder por um ponto de diferença
no Grupo Leonardo Moura, prometendo fortes emoções
para a torcida na próxima rodada.