Uma partida concreta
Carolina Machado

Debaixo de um lindo dia de sol, iniciou-se a partida do time de Engenharia Civil, Concreto Protendido, contra o Padaria, de Educação Física. Os primeiros minutos de jogo já denunciavam o futuro da partida. Um confronto sem emoção, sem garra e totalmente dominado pelo time do Concreto, que ganhou a disputa de lavada num placar de 4 a 0.

O primeiro tempo foi marcado por uma lentidão absurda da partida. Poucos passes de efeito, quase nenhum chute a gol e, principalmente, poucas finalizações racionais. Demonstrando superioridade técnica, Vinícius Espírito Santo abriu o placar para os engenheiros pouco depois do início da partida. A defesa do time de Educação Física não demonstrava o menor preparo físico, evidentemente perdida no jogo. Diante de tanta apatia, Wellington Amador aumentou o placar para o Concreto Protendido em um furo impressionante da defesa adversária. Demonstrando ausência de Fair play, o goleiro do Concreto, André Luiz, marcou uma falta desnecessária, xingando em seguida o jogador do Padaria. Resultado: recebeu um merecido cartão amarelo.

O segundo tempo confirmou ser uma mera continuação do primeiro: apatia total do Padaria e hegemonia do Concreto. O único destaque do time dos estudantes de Educação Física foi para o camisa 14, Olavo Barbosa, que realizou belíssimas defesas, salvando o Padaria repetidas vezes. Porém, as artimanhas deste último não foram suficientes para salvar seu time do terceiro gol marcado por Ruy Bala. Sem saída, os jogadores e a torcida do Padaria começaram a xingar o juiz, revoltados com a arbitragem. Após lance extremamente controverso e polêmico, o juiz marcou pênalti contra os engenheiros e Ruy garantiu seu segundo gol na partida.

Apesar do fiasco nessa partida, o Padaria segue na competição, tendo chances de nova vida na segunda fase. O Concreto Protendido se apresenta como líder por um ponto de diferença no Grupo Leonardo Moura, prometendo fortes emoções para a torcida na próxima rodada.