O último domingo foi de emoção na Copa Campus. Nacional e Rataria se enfrentaram pela terceira rodada da segunda fase da competição. Os futuros advogados precisavam vencer a partida e torcer por um tropeço do Produsoccer, que enfrentava o Onze Homens, no mesmo horário. As duas equipes tinham o mesmo número de pontos, mas a equipe de Engenharia de Produção tinha um saldo melhor e, se as duas vencessem, o time amarelo teria que tirar a diferença de saldo, que era de cinco gols. O Rataria já estava eliminado por ter perdido os dois primeiros jogos, mas não pretendia facilitar a partida. No final, a equipe de Direito acabou aplicando uma goleada por 11 a 1 e conquistou a vaga para as quartas.
O Nacional, que precisava da vitória, começou atacando; Frederico Rebello arriscou um chute de fora da área para defesa do goleiro. Com três minutos os futuros juristas demonstravam nervosismo e cometiam faltas duras, como a de Frederico Rebello em Rodrigo Cochrane. Na cobrança o próprio Rodrigo bateu e o zagueiro adversário salvou em cima da linha. Aos oito minutos veio o primeiro gol do Nacional, através de Victor Pimentel, escorando de cabeça. Os futuros ambientalistas não se entregaram e quase empataram; Francisco Augusto recebeu pela esquerda e chutou na trave. Com 15 minutos um lance capital na partida: o mesmo Francisco botou a mão na bola e foi expulso, pois já tinha cartão amarelo. Então, o jogo ficou fácil para os futuros advogados, que, contando com um homem a mais, marcaram o segundo aos 16 minutos com Arthur Pimentel. Um minuto depois veio o terceiro, agora com Eduardo Fonseca. Com 18 minutos mais um cartão para os engenheiros, agora para o goleiro que cometeu falta e recebeu amarelo. Na cobrança, Frederico Rebello bateu para fora. O primeiro tempo terminou 3 a 0 para a equipe amarela.
O segundo tempo começou e logo veio o quarto; Arthur Pimentel recebeu pela direita e marcou. Os futuros advogados queriam, de qualquer maneira, fazer um placar elástico para ultrapassar o saldo de gols do Produsoccer, caso estes ganhassem do Onze Homens. O Rataria mesmo com um a menos conseguiu o gol de honra, com Lucas Baldanza, aos dois minutos. Logo depois a equipe levou uma bola na trave, arrematada por Arthur Pimentel. Aos quatro minutos o time de Direito chegou ao quinto, agora através de Leandrinho. A goleada estava então moldada, já que aos cinco minutos o Nacional aumentou, com o gol de Eduardo Fonseca, o segundo dele no jogo. Os futuros advogados dominavam totalmente o jogo e quase fizeram um golaço; Arthur Pimentel chutou o goleiro adversário espalmou e, no rebote, Fred Accon tentou de bicicleta, mas mandou pra fora. Arthur Pimentel estava causando um estrago na defesa dos ambientalistas e marcou o sétimo aos nove minutos. Um minuto depois o massacre aumentou, pois Fred Accon marcou o seu, 8 a 1. Aos 13 minutos mais um, agora com Frederico Rebello. Com 15 minutos o placar chegou à dezena, após o gol marcado por Frederico Rebello. Leandrinho ampliou a goleada, aos 17 minutos, e Paulo Borges fechou o placar aos 18 minutos, 12 a 1.
O Rataria terminou sua participação na copa de maneira lamentável, com direito a uma sonora goleada e jogador expulso. A equipe precisa rever seus erros se quiser chegar mais longe na próxima edição. O Nacional, por sua vez, está nas quartas, já que Produsoccer e Onze Homens empataram. No próximo domingo o time enfrentará o Onze Homens, em uma partida histórica.
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