A partida realizada ontem, entre Macroartilharia e Manguemata, marcou a
estréia de ambas as equipes na 9ª edição
da Copa Campus. Foi um jogo limpo, com a equipe de Geografia, o Manguemata,
exibindo um futebol muito entrosado, em conjunto, mas ao mesmo tempo
abrindo espaço para o destaque individual de seus jogadores.
Já o time do curso de Economia, por mais que lutasse, não
conseguia fazer frente ao adversário. No resumo final do embate,
4 a 0 justo e três pontos na conta do novo representante originário
da fusão entre as extintas equipes do Mangue e Geomata.
Desde o começo do jogo, só dava Manguemata. O time trocava
passes rápidos e sempre chegava com perigo, usando e abusando de
bons chutes de longe. O adversário ficava acuado com a marcação
na saída de bola e a primeira chance só foi conseguida aos
oito minutos, através de um chutão que o camisa 9, Thiago
Pereira, sempre isolado na frente, desviou de cabeça, levando um
certo perigo. A pressão teve resultado: Diogo Almeida, entrou pela
esquerda e, de biquinho, tocou na saída do goleiro, 1 a 0. A pequena
vantagem só aumentou a vontade da equipe de Geografia. A superioridade
era nítida. A fórmula estava dando certo: jogadas bem trabalhadas
e chutes poderosos. A quantidade de oportunidades era tanta, que o desperdício
causou preocupação em um “técnico-torcedor” na
arquibancada que disse: “Como se perde gol! Vai fazer falta isso
hein!”. Como resposta, no último minuto do primeiro tempo,
após jogadinha ensaiada em uma cobrança de falta a equipe
fez o segundo gol, com Álvaro Carlos. A nota fair play ficou por
parte do jogador Pedro Henrique, do Manguemata, que no intervalo foi falar
com o jogador Heitor Felippe, da equipe adversária, que havia saído
lesionado e reclamando da indiferença do juiz.
O segundo tempo começou diferente. As mudanças realizadas
por ambos os times favoreceram o de Economia, que parecia querer valer
a profecia do torcedor. O Macroartilharia criou mais chances nos dez primeiros
minutos, do que em toda a primeira etapa. Guilherme Andrade, que havia
entrado no intervalo, lutou pela bola e quase marcou o gol, a bola foi
na trave, e no rebote, o camisa 6 do Macroartilharia, João Mário
tentou uma bicicleta, que pareceu mais um velocípede. Aos onze,
depois de escapar de mais um sufoco na zaga, a equipe que estava à frente
do placar puxou um contra-ataque e o camisa 11, Bernardo Jóia, sempre
perigoso fez o terceiro gol. È o velho ditado no futebol, quem não
faz, leva. Com os dois times cansados o jogo foi se arrastando. Aos 16,
o Manguemata mostrou a sua superioridade técnica e numa linha de
passe perfeita, deu números finais à partida com Álvaro
Carlos. Final: 4 a 0.
Na próxima rodada, os vencedores enfrentam a Universidad Alcoólica
em busca de mais uma vitória e a consolidação da liderança
isolada. Já o Macroartilharia luta pelo primeiro gol e para sair
da lanterna do grupo, na partida contra o Produsoccer. É esperar
pra ver!
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